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Super Castlevania IV

Akumajou Dracula

  • entrada

  • que apresentação bagaceira

  • parece haunted castle

  • tem dois planos, essa fase

  • cuidado com o esqueleto putão

  • e com a caveira linguaruda

  • essa é a fase mais punheta de todas

  • mestre super roubadinho

  • eis o Axe Armor

  • punheta total essa fase dos candelabros

  • pontas esmagadoras

  • castelo feito de dinheiro

  • esqueletos espadachins carregando sua cabeça

  • o fim do jogo :)

  • caixa

  • caixa amarela

  • trás da caixa americana

Este é um dos melhores jogos do Super NES e um dos mais divertidos de plataforma que já joguei. POR CONSEQUÊNCIA é um dos melhores dessa série de joguetes do Castlevania, onde tu é um magrão munido de chicote que tem que invadir o castelo do Drácula e enfrentar elementos clássicos de filmes de terror vagabundo. Não gosto das versões de NES, são arcades vagabundos demais pra mim, os de GBA são chupinhados do de Playstation e se tu for ver, o do PC ENGINE é mais gráficos e demos do que jogo em si, fora que o de mega drive tem os controles completamente PEDRA. Portanto, os únicos bons mesmo são o de MSX, o de Playstation e piça, que vamos nos CONCENTRAR agora no Super Castlevania.


Um dos pontos fortes é o fato de não ser continuação dos de NES. Esta é só uma versão nova do Castlevania 1 aproveitando as capacidades do CONSOLADOR. Os gráficos estão excelentes e são muito variados, lembram os do X68000, as fases são bem longas e lineares e a dificuldade vai aumentando de maneira PROPORCIONAL, os inimigos são diversos, chegando ao ponto de aparecerem uns 15 inimigos diferentes apenas até a fase 2, e pode-se perceber que ainda tavam com vontade de fazer joguinho naquela época, ainda mais que este foi um dos primeiros jogos pro Super NES.


Os efeitos de rotação e transparência que eram obrigatórios para demonstrar as capacidades do videogame foram adequadamente integrados a jogabilidade, o que é raro. A rotação do cenário serve para te jogar nos bocos e a transparência é usada para camuflar os inimigos em algumas fases, e os chefes são quase tão engenhosos quanto nos jogos da Treasure. Os controles são os melhores da série, bem simples e rápidos e finalmente tornaram a jogabildade decente ao acrescentar a possibilidade de dar chicotadas em diagonal e usar itens apenas apertando um botão, sem ter que ficar fazendo combinações com o direcional. Entre outras inovações feitas corretamente está a possibilidade de ir pro segundo plano da tela como no Shinobi e de usar o chicote pra se pendurar em correntes.


As musicas também estão entre as melhores, pois repetem muito pouco dos temas batidos da série e elas são bem longas, mas é claro que são músicas de arcade do inicio dos anos 90. E é claro que são brega, mas o jogo todo é. Tu é um matador de vampiro munido de chicote, que o pariu.


Por fim, recomendo. Este jogo claramente foi feito do zero, aproveitando somente a idéia do original, ao contrário das continuações do nintendinho, do Castlevania V de snes que é reaproveitado do pc engine e do Castlevania pra GBA que é chupado do playstation. É um dos poucos que vale a pena jogar e um dos poucos que não repete a exaustão a formuleta de criar clones da Konami. Como jogo de plataforma para consoles fica atrás apenas do SUPER MARIO WORLD e do CASTLE OF ILLUSION de mega drive, dando umas encoxadas nos dois e merecendo até o worth the donald.


A versão japonesa conta com CRUZES e ESTÁTUAS PELADAS e GOTAS DE SANGUE caindo do título do jogo, tudo isso removido do americano, entre outros pequenos detalhes.


vou contar a minha experiência com esse jogo, que foi menos dadora de cu.


Estava eu, na casa do John Dog Holmes, enquanto ele trocava o capacitor do meu modem e soldava uns fios na fonte para eu botar um cooler nele. Daí ele me forçou a jogar essa nojeira em um dos Supernes dele. Como eu não tinha nada para fazer, eu aceitei. Afinal de contas, se não é gay, tem que jogar.

Daí, cheguei facilmente perto do final jogo (sem morrer) quando aparece uma fase extremamente punhetosa e repleta de mortes instantâneas, apresentada a partir da screenshot 5. Tem até uma caveira linguaruda e umas rotações de tela lentas pra chuchu.

Parei de jogar e anotei a senha para jogar em casa e vencer essa merda, mas quando joguei de novo, o nojo foi infinito. Certo que demitiram o level designer da Konami, depois de verem esse jogo.

Vejam a apresentação!!! Parece que foi feita em cinco minutos. O que é aquele morceguinho chinelo? Por deus!

E quanto a trocar de plano, só botaram isso na primeira fase. Claro que foi apenas para demonstrar o efeito de transparência que o Supernes tem. Os efeitos de rotação são só usados duas vezes no jogo. Uma na ponte levadiça do início e uma na fase punhetosa.

Update: a curiosidade foi tamanha que me esforcei e consegui jogar até vencer. O jogo é enorme e rende muitas horas de jogo. Pena que a maioria é na base da punheta e nos mestres/fases sacaneadoras. Morreu? Volta tudo de novo.

Os últimos mestres são o que há na apelação. Tem uma fase que tu enfrentas vários chefes na corrida e todos eles tem surpresas e ataques sacanas que vão fazer tu morrer e voltar um monte (ou enfrentá-los sem munição). O Drácula então: tem que sacar todas as malvadezas dele (depois de morrer umas 8 vezes). Ele fica fácil com munição (cheguei com a cruz com tiro triplo e mandei ver nele).

Claro que o final é compensador, como podemos ver na screenshot 14.