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avançada
12150 joguetes
  • PC DOS
  • 1994
  • 5 Disquetes 3 1/2
  • 1
  • 3D
  • DOSbox
  • arquivo alone2.zip temporariamente indisponível
  • a mansão CUZINHA DOS INFERNO

  • colocando a maletinha explosiva no portao

  • sozinho no preto 2

  • lá embaixo. um bauruzinho aguarda.

  • caixote

Essa continuação e o original são os dois melhores jogos que já vi neste estilo, muito superiores aqueles horrendos e desagradáveis Resident Evil, que merecem o ESQUECIMENTO.

Este mantem o mesmo nível do 1, mas a história deixa de ter elementos do Lovecraft, o jogo tem o dobro do tamanho e a parte arcade é mais PRIVILEGIADA, com um monte de inimigos diferentes e armas e golpes novos, como a CABEÇADA, o chutinho de karate, metralhadoras, dezenas de PISTOLAS e até uma granada da PRIMEIRA guerra. Aliás, a apresentação agora já mostra que O NEGÓCIO é ação: nosso fodanchoso detetive chega no portão da mansão de táxi, larga uma maletinha, sai correndo e a malete CHEIA DE TNT explode, formando as palavras ALONE IN THE DARK 2 em sincronia com a música, ao que muito choraminguei.

DESTA VEZ podes, de inicio, controlar apenas o detetive fodanchoso da parte 1, e a história consiste em UMA GAROTINHA foi sequestrada por gangsters e um amigo do detive foi salvar ela, mas, por causa de um PALHACINHO VODU ASSASSINO, acabou tudo em escralachoque e agora tens que resolver o mistério, perto do natal no fim dos anos 30. Claro que os gangsters são zumbis que fizeram um pacto com o demo e comem uma bruxa jamaicana, e depois piratas entram na história. Pra ser perfeito, só falta ninjas. Mas não se preocupe que tudo faz sentido e o jogo é excelente e pioneiro, com um cenário muito bom e gráficos e sons superiores, tendo sido copiado em tudo pelo Resident Evil: mudas de personagem no meio do jogo, tem os livros e documentos contando a historia, e os puzzles sacaneadores (só que mais engenhosos que no resident).

Dois polegares estendidos. Vale a pena e tenta ser diferente da primeira parte, ao mesmo tempo em que coloca vários elementos novos. Um dos melhores jogos que joguei em 94, o inicio dos anos 90 foi mesmo BOM para os jogos de PC. Não canso de recomendar esta obra. Passatempo quase tão gracioso quanto ler as tiras de Mungu, o palhacinho, ou os volumes de memórias de Monjolo Panza.