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Shougi Sinan 2

Resident Evil (PC)

Biohazard

  • Windows
  • 1997
  • CD
  • 1
  • 3D
  • umas telas que roubei de um site

  • mais um monte, com aranha gigante e cachorros zumbis

  • 3D accelerated only!!!!!

A Capcom viu que o Alone in the Dark era bom e resolveu fazer seu próprio Alone, para Playstation. Como sabiam que o público dos videogames era mais TOSCÃO e queria é VER FUDER, deixaram o jogo muito mais arcade e a história é a mesma de filmes trash de zumbi. Um vírus do mal estava sendo desenvolvido numa mansão que na verdade era um laboratório secreto de uma companhia malvada. O vírus faz os seres vivos virarem zumbis canibais que só morrem com um tiro no célebro. Básico, seu.

Uns magrões da polícia foram ver o que tava acontecendo e acabaram presos na mansão, cercados por zumbis e outras criaturas mutantes.

É a mesma coisa do Alone, tu escolhe um homem ou uma mulher, (com algumas poucas diferenças entre si, mas pelo menos a história muda com os dois, pra aumentar o replay value) e anda por um cenário com as cameras colocadas em posições delícia, procurando por chaves, resolvendo puzzles (bem mais burocráticos e genéricos e sem razão para estarem no jogo que os do Alone) e vai matando zumbis e outros monstros.

Os gráficos são razoáveis pra época, o jogo é grandinho e até que tem bastante ação e inimigos engenhosos dignos de filme trash, mas tem vários elementos que tornam enjoado:


1 - O inventário é extremamente limitado, tudo que tu pega ocupa um slot inteiro, não importando o tamanho do item. Ervas recarregadoras de energia, que seriam pequenas, ocupam o mesmo espaço que uma arma. Chaves também. E tu não pode largar itens, a não ser nos baús colocados em algumas salas. Esses baús servem como depósitos de itens, o que tu coloca num deles, pode ser acessado em qualquer outro. Essa limitação do inventário te obriga a ficar dando voltas pra carregar e descarregar os itens certos e é muito burocrática e chata. Típico caso de foder a jogabilidade pro jogo durar mais.


2 - Tu tem que usar um item pra salvar (a tinta da máquina de escrever) e só pode salvar nas salas com máquina de escrever. Até aí tudo bem, eu anda agüentava ficar dando volta pra salvar, se não fosse o fato da fita de impressora ocupar mais um slot do inventário.


Se não fosse isso, seria um jogo bem mais divertido, mas para a época até que não era ruim. E a Capcom aproveitou que o público dos videogames não conhecia bem Alone in the Dark e mentiu que o jogo era baseado num tal Sweet Home de Nintendinho, um rpgzinho besta que só tem em comum o fato de se passar numa mansão. Passaram a perna total com essa história, certo que este é um derivado do Alone e deve até as cuecas para ele. Com lança-foguetes e zumbis. Mas até que introduziu alguns detalhes interessantes, como os zumbis que se fingem de mortos e pegam teu pé quando passas por eles. A apresentação filmada, usando efeitos trash, também ficou legal. O jogo tem vários finais, um monte de besteira e não se leva muito a sério, o que é bom. A dublagem e os diálogos são ainda mais sensacionais. Vale a pena conhecer, pelo menos.

Dizem que o original do PSX tem um monte de cortes na versão americana, mas nunca joguei muito pra ver. O de PC é COMPLETO.

E provavelmente o mais sensacional na versão do PC é que carrega tri rápido e tu pode pular todas aquelas animações bestas das portinhas abrindo.