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15109 joguetes

  • Mega CD
  • 1993
  • Cartucho
  • 1
  • Digitalizados
  • double switch

  • tom PITO, o débil mental por trás da maioria desses jogos nojentos

  • corey haim drogado atuando nesse fim de carreira

  • puxa, que cool & deskolado

  • arme a armadilha e aperte o botao na hora certa

Ah, o horror está diante de mim hoje. Mais uma vez.

A Digital Pictures é uma das muitas faces do horror.

Os idiotas por trás dos videogames com vídeo digitalizado e jogabilidade nula. O gigante projetista TOM ZITO, o homem por detrás desse conceito que ultrapassa a barreira do LIXO TOTAL.

Ah, as histórias, como de costume, tratam o jogador como aquilo que os nossos amigos da INDUSTRIA, os produtores da Digital Pictures, pensavem que ele era: um retardado. Nesta obra tu tá por trás (é, tá todo mundo por trás de alguma coisa por aqui) de cameras instaladas num prédio, que nem no Night Trap, e tens que capturar mafiosos e ninjas que vão surgindo do nada e querem matar um cara que tá aprisionado no porão, tens que libertar ele.

Como sempre, por algum motivo totalmente idiota, tem armadilhas geniais instaladas no prédio, que o jogador pode acionar utilizando a CRIATIVA & TOTALMENTE EMOCIONANTE jogabilidade azeitada do jogo ao pressionar um botão na hora certa. Essas armadilhas são tão engenhosas quanto os cenários usados no programa dos Trapalhões nos anos 80: buracos que abrem no chão, portas que abrem na parede e engolem o camarada do nada e por aí vai.

Pelo amor de Deus.

A imagem que a Digital Pictures tinha dos jogadores de videogame é assustadora.

Era algo que babava e que tinha idade mental de cinco anos.

Era algo que me lembra aquele filme do início da carreira do Tom Hanks, o Mazes & Monsters. Já viram esse? Recomendo, é do início dos anos 80, se não me engano, com o Tom Hanks guri novo. É um filme baseado na história real de um guri rpgista que sumiu nos estados unidos e é parte de uma onda anti-rpg que percorreu o país e que infelizmente já acabou.

Nele o Tom Hanks interpreta um magrão viciado em RPG que passa a confundir o jogo com a vida e a ter delírios e sair por aí atacando pessoas e agindo como um cleric do D&D. Ele vai até tentar pular de uma das torres gêmeas achando que fazendo uma magia no ar vai ser teleportado para o esconderijo do vilão. No fim o cara passa o resto dos dias louco na casa dos pais, achando que está num inn mágico. Um retrato fiel e verdadeiro dessa juventude que joga esse jogo hediondo que é o RPG de mesa.

Aqui tem uma página com bastante foto do filme:

http://www.spookylibrarians.com/mazes.html

Vale a pena conferir, se não pelo tema, que é sensacional, pela atuação soberba do Tom Hanks matando monstros ilusórios de borracha.

Mas tudo muito bom & bonito, vamos voltar ao review dessa bosta típica da era dos videogames com filminho digitalizado.

Como de costume, o jogo é ESTRELADO por um atorzinho de quinta categoria decadente que emplacou um meio sucesso e desapareceu e virou drogado ou assaltante ou se matou. No caso, este jogo conta com a presença marcante do Corey Haim, o espião garotão do 00KID.

Puta merda.

É cada palhaçada que me aparece.

Vão lá na wikipedia pra ler a biografia do cara e ver que é certo que passou por uma clínica de REABILITAÇÃO.

Tem mais que passar mesmo.

Porra.

Imagina um pai comprando um jogo desses pra presentear o filho e vendo o que é essa merda.

Ainda se fosse algo de macho, como matar marcianos ou estuprar indias ou atirar em robôs... Mas não, tá lá na tela um panaca ex-ator mirim drogado com cabelinho pintado, vestido feito uma boneca, se fresqueando no meio dum cenário tosco com piadinha típica de Serginho Mallandro e programa do Bozo.

Porra, o cara quebra o videogame do filho, pelo menos aqui no Continente, que Cambará macho não joga essas merda.

Coisa de CENSURADO, seu.

É só o que pode ser. Coisa de CENSURADO. Videogame de CENSURADO.

O que se passava na cabeça dos animal que faziam essas bostas?

Esse tipo de lixo é que estraga os videogames.

(Atenção, patrulheiros, este é um site de piadas e este review é uma piada, ok? Ok.)

Cara, isso me lembra aquele outro console obscuro e fracassado que era um equipamento que devias ligar ao videocassete. O equipamento consistia numa pistola, numa sirene, que brilhava quando tu fazia pontos, e na tela aparecia um sinal indicando quando devias atirar. Se acertavas ou erravas não acontecia nada de diferente, só ganhavas mais ou menos pontos, porque o vídeo passando na tela, a partir duma fita VHS, continuava. E eram normalmente histórias desse tipo das do Night Trap e Double Switch, quando não eram mais doentias.

Era o Action Max: http://en.wikipedia.org/wiki/Action_Max

Dá uma olhada.

Olhem os vídeos dos jogos no youtube. Não, não é um pedido, eu insisto, olhem, vocês não podem passar sem essa parte da NEGRA HISTÓRIA dos videogames:


http://www.youtube.com/watch?v=mMmI04CilsY


http://www.youtube.com/watch?v=OKDOp-kmD74


Uma família do Continente ia cagar a pau um guri que jogasse essa bosta.

Que que é isso?

Por quê?

Pra que fazer uma coisa dessas?

Uma indústria em volta duma merda dessas?

Beira a doença.

Quem perderia tempo jogando uma merda dessas?

Nem a mais retardada e doente das crianças.

Isso é o fundo do poço.

Não fica pior que isso.

"Videogame deflagra psicopatias!" - Luiz Carlos Prates