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RAMSAK

XDR

X-Dazedly-Ray

  • caixa deste magnífico jogo

  • uma nave mãe

  • um combate no mundo das ruínas

  • johnatan hart

Conta-se que em 2007 uns executivos da CBS decidiram por bem propor um remake do seriado Hart to Hart (Casal 20, no Brasil), em que o mordomo (Max, na série original) seria interpretado por um jovem afro-americano (parece que propuseram o filho do Will Smith). Chegaram a gravar um episódio piloto para testes (chupem meu pau) e a abertura era assim:


"Yo, wassup, money? This is my boss, Johnatan Hart, a self-made motherfucker. He has quite a funky hair. This is Mrs. H, she's one hot MILF bitch. By the way, my name is DJ Max. I take care of both of them, which ain't easy, homies; 'cause when they met... it was murder!"


Por algum motivo não deu certo.

Mas escrevo isso apenas para ilustrar uma teoria que ficará mais clara assim que eu contar uma história verídica.

Em primeiro lugar vou tirar do caminho o XDR, que é um jogo muito do vagabundo dos primórdios do mega drive, um dos mais básicos dos básicos shooters horizontais já produzidos, com o meigo detalhe de se passar no planeta Sephiroth, ok? Entre as intrincadas opções customizáveis temos tiro normal ou automático (auuuuuuu, rensssssssha) e, para deleite dos jogadores da máquina suprema, temos um sound test para ouvirmos as musiquinhas choramingantes a todo pano.


Agora, vou ilustrar meu ponto, não outro senão o fato de que o MUNDO MUDOU. Antigamente videogame era coisa de nerd cabação e loser, vejam bem:


Luiz Eusebio Lirio da Cunha, o Eusebiozinho, era um rapaz de 16 anos barrigudinho, pouco acima do peso, cabelinho lambido, popularmente conhecido no colégio Rosário pela alcunha Miolo-de-Pão devido ao seu porte nada atlético, isto em meados dos anos 80, que é quando se passa esta história. Às vezes também era chamado por seus colegas de BV (por motivos óbvios), sendo que na maioria dos casos bastava um TAPÃO NO PESCOÇO para atrair-lhe a atenção.

Tendo sido criado pela avó, com quem morava em uma discreta residência, instalara no porão da casa, onde passava a maior parte do tempo, os seus divertimentos favoritos, o videogame Nintendo e o computador Apple ][, nos quais entretia-se por horas a fio com avançados jogos eletrônicos que só perdiam para as casas de fliperama (nestas Eusebiozinho não podia pôr os pés, temia ser assaltado e sua avó já alertara-lhe a respeito de tais lugares serem antros de drogadição). As breves interrupções nessa vida eletrônica ocorriam quando a avó de Eusebiozinho vinha trazer-lhe o leitinho com ovomaltine e biscoitos, que ele devorava com prazer redobrado lendo seus gibizinhos de super-heróis Marvel. Ao termino de tão lauta refeição, Eusebiozinho costumava retirar-se para o banheiro da casa, onde, debaixo do armário no qual a avó guardava as dentaduras e o veneno para matar barata, nosso jovem impúbere escondia uma edição da playboy da Doris Giese com o pôster devidamente separado, acompanhado por uma pinça e uma lupa para facilitar suas longas sessões de onanismo. Eusebiozinho, sentado na PRIVADA, com o pôster aberto diante de si, sustentado pela mesma mão que segurava a lupa, manipulava o mijante com insistência.

A avó se preocupava com a demora do netinho no banheiro e, para evitar que criasse hemorróidas, dava-lhe VASTAS doses de elixir paregórico para aliviar-lhe a constipação, a desculpa oferecida pelo impúbere para justificar sua longa permanência no local, mas isso não vem ao caso. O fato é que, vejam só, por um desses acasos inexplicáveis, Eusebiozinho convidou Maria Amélia, uma garota espinhenta e meio chubby, para uma festinha de garagem com discotecagem do DJ Drégus e passou a semana inteira em redobradas sessões nas facilidades sanitárias da casa de sua avó, treinando. "Au, é hoje que afogo o ganso!" dizia Eusebiozinho, após uma noite insone devido ao nervosismo pelo encontro noturníco que se aproximava.

Lá pelas 6 da tarde, enquanto Eusebiozinho se masturbava ferozmente jogando Softporn adventure no Apple ][, a chubby chega em sua casa e é conduzida ao porão pela avó de nosso impúbere amigo, quase pegando-o com a mão na massa. Sem deixar de perceber o suor e a afobação de Eusebiozinho, e o modo como guarda sua pinça onanística, Maria Amélia LANÇA olhar de desdém para os videogames e gibis do homem-aranha espalhados pelo local, e não menos para o pôster 10x8cm do Mestre do Kung Fu removido de uma Heróis da TV e devidamente emoldurado.

Eusebiozinho beija as bochechas da avó, que ajeita-lhe a camisa, põe-LHA para dentro das calças, recomenda-lhe juízo e empresta-lha a chave do carro (uma Brasilia).

Pegando a mão de Maria Amélia, àquela altura já parecendo RECEOSA de ter tomado uma decisão INACURADA ao aceitar o convite de Eusebiozinho, nosso impúbere estudante põe-se em MARCHA a caminho da balada.


- Eusebiozinho, - EIS que Maria Amélia pergunta durante o trajeto - sua avó me disse que você, VOCÊ passa o dia toda jogando esses vidiugaymes. Isso não é coisa de criança e ou de retardado?


- Oras - responde Eusebiozinho, limpando a babinha de sua boca com um lenço de papel usado que repousava sobre o cinzeiro do carro - é claro que não! Videogames são um passatempo adulto!


E a partir desse ponto Eusebiozinho, tendo ouvido mencionar seu assunto predileto, passa a discursar como se fosse um petista ensandecido a discorrer sobre o cumunismo:


- Veja bem, o grande game Megaman, por exemplo. Esta série adulta com jogabilidade avançada apresenta uma história emocionante, é como assistir a um filme glorioso de ficção científica, é como, como, como assitir, por exemplo, 2001, de S-s-s-sta-sta-stanley Kukukubrick, o enredo e a interatividade dão margem a interpretações fascinantes, fora que a interatividade permite variadas soluções para o roteiro que em nada deve a uma superprodução óliudiana. Diga-me se não é adulto, por exemplo, o fato de o Dr. Light, no fim da terceira aventura da série, trair o Rockman unindo-se ao projeto do Dr. Willy, que também conta com o auxílio de um reconstruído e desmemoriado Leafman. Quem poderia esperar por isso, heim? Heim? Quem poderia imaginar que...


Como Eusebiozinho não parava mais, já tendo descrito toda a série Megaman e já entrando pelas maravilhas do RPG de fantasia medieval Phantasie, tendo cuspido todo o pára-brisa, Maria Amélia liga o toca-fitas e aumenta o volume (a música Já é de manhã mas os Pingos de Chuva ainda estão a brilhar, Aguinaldo Timóteo, de uma fita da avó de Eusebiozinho, começa a RESSOAR nos potentes altofalantes do veículo) e, ainda mais empolgado, Eusebiozinho passa a discorrer sobre a trilha sonora de Gradius.

Ao entrar na festinha, Eusebiozinho recebe um BAQUE em sua recém iniciada vida amorosa (que, como veremos, terminaria naquela noite ou, ao menos, entraria em um hiato de 35 anos). Ao tentar pegar na mão sebosa de Maria Amélia, a garota enxota Eusebiozinho, dizendo-lhe:


- Seu gordo ESHCROTO! Eu só queria carona pra festa, retardado punheteiro!


E ao mesmo tempo, afasta-se e vai dançar com um rapaz em jaqueta de couro.

Eusebiozinho senta-se num cantinho e fica assistindo enquanto o rapaz passa a bolinar Maria Amélia.

A raiva vai crescendo, Eusebiozinho olha ao redor procurando por um pouco de comida ou refrigerante para afogar suas mágoas, e encontrando uma garrafinha de Keep Cooler, comete uma ousadia e toma um gole.

Eis que surge outro rapaz e, tomando Maria Amélia do primeiro, passa a dançar com a garota de forma VERTIGINOSAMENTE OBSCENA, encoxando a gordija.

Eusebiozinho não pode mais suportar.

O melhor seria ter ficado em casa, choraminga Eusebiozinho. Neste momento poderia estar jogando Castle Wolfenstein no Apple ][, vivendo as emocionantes aventuras do soldado B.J. Blaskowicz. Ou seu novo vício, o Crickety Manor, que ele costumava jogar sempre antes de tomar o Ovomaltine da noite, após o que sua vó tapava-o com o cobertor e desejava-lhe uma boa... Não! Isso não vai ficar assim!

Eusebiozinho bebe mais um gole do Keep Cooler sabor cupuaçu para tomar coragem e se levanta transtornado. Encolhendo a pancinha, garrafa na mão feito um homenzinho, Eusebiozinho procura em vão por Maria Amélia. A garota sumiu. Há outras garotas no local, mas se ele foi preterido pela Maria Amélia, de nível CLARAMENTE inferior às demais, que chance teria ele, o Miolinho de Pão, um loser de marca maior, com elas?

Eusebiozinho desiste e decide ir colocar a cabeça entre as pernas e retornar para o consolo da vovó e dos consoles. MÃS! O Keep Cooler começa a dar vontade de ORINAR e Eusebiozinho sabe que sofre de uma leve incontinência, fato que o obriga a usar fraldas geriátricas durante a noite para evitar sujar o colchão nos (raros, sejamos justos!) episódios de enurese noturna. (Que vergonha aquele dia em que vovó encontrou o resultado da primeira POLUÇÃO de Eusebiozinho!)

Para evitar um acidente, já tendo bebido mais do que em toda sua vida, sentindo-se tonto, nervoso e irritado, Eusebiozinho encaminha-se ao banheiro.

Abrindo a porta, depara-se com uma cena INESPERADA:

Maria Amélia, calças ARRIADAS, apoiada na parede, toma-lhe rola, toma-lhe rola e toma-lhe rola de um dos rapazes do terceiro ano! E ao redor, outros cinco a tudo assistem como se aquilo fosse a cousa mais normal do mundo! Eis que um dos rapazes da platéia substitui o comedor e UFA UFA UFA na gordija! E ainda por cima, metendo no ritmo da música que toca a altos brados na garagem, Killing Moon, a preferida do André Takeda! PEOR! Eusebiozinho dá-se conta de que eles estão se revezando!

Enchendo-se de fúria nérdica, CERRANDO O PUNHO e sentindo-se o verdadeiro McFly, Eusebiozinho investe furiosamente contra os rapazes, mas detem-se dando-se conta de que, se tiver sorte e se deixarem-no entrar na fila, poderá ele perder ali seu descomunal e esmegmento cabaço.


- Uuuuuuuuuuuuh - gagueja Eusebiozinho, dando-lhe uma tossidinha para chamar a atenção dos outros. - Rapazes! Eu sou o próximo!


- O QUÊ?


- O MIOLINHO DE PÃO!


- LOSER!


Com estas tristes exclamações os garotos do terceiro ano começam a dar PIPOCOS e PIPAROTES em Eusebiozinho, quando Maria Amélia intervém:


- O próximo? Mas você não disse que era gay, Eusebiozinho?


Os golpes param e as atenções se mantém no impúbere Eusebiozinho, que tenta se explicar:


- Nada di-di-di-disso, eu gosto é de videogame!


- VIDEO GAY? ENTÃO TU VAI SER O PRÓXIMO A LEVAR ROLA!


- PEGA DO joystick, GORDINHO BICHA!


Uma porrada nas banhas cala Eusebiozinho e o obriga a MOLHAR as calças. Outra nas fuças derruba o rapaz, os demais removem-lhe as calças mijadas, riem da cuequinha do Capitão América e I wish I could tell you that Andy fought the good fight, and the Sisters let him be. I wish I could tell you that - but prison is no fairy-tale world.


- CUUIIIIIIIIIIIII! CUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUIIIIIIIIIIIIIII!


Horas depois, perto da meia-noite, Eusebiozinho recobra os sentidos e se levanta do chão SUJO. Levanta também as calças e, cambaleante, dolorido e ARROMBADO, deixa o banheiro para encontrar a garagem abandonada. Todo mundo já foi embora. Choramingando, mancando, Eusebiozinho sai e descobre que o carro da vovó foi vandalizado. Não apenas os quatro pneus foram furados como aconteceu comigo naquela formatura hedionda de enfermagem, como os vidros foram quebrados e a lataria arranhada. E ao apalpar os próprios bolsos traseiros, Eusebiozinho percebe que levaram a chave. E percebe outra coisa. Introduz uma mão entre suas GORDAS nádegas e remove dali a garrafa de Keep Cooler cagada :(

É demais.

Eusebiozinho tem tudo planejado. Vai ir para casa, se livrar das roupas DESSACRALIZADAS e, debaixo do chuveiro, vai se matar. Põe-se a caminhar pelas ruas escuras, contemplando o suícidio e as diversas formas de cometê-lo. Cada passo faz subir-lhe pelo corpo uma dor hedionda devido a surra recebida e, pior ainda, o atendado violento ao pudor de que foi vítima repetidas vezes antes da abençoada perda de consciência. Os gritos dos colegas de escola urrados durante a sodomia retornam-lhe à mente de forma incessante: MIOLINHO DE PÃO! VIDEOGAY! MIOLINHO DE PÃO! VIDEOGAY! MIOLINHO DE PÃO! VIDEOGAY!

Eusebiozinho é obrigado a parar por alguns minutos, para choramingar.

Quando retoma a caminhada, enxerga uma garota magrinha de cabelos compridos. Seus TRAJOS, o cigarrilho na boca, a bolsinha arrodeando, bem como o porte deixam tudo claro: trata-se de uma PRÓS-TI-TU-TA! Não consigo imaginar a trilha de pensamentos que levou Eusebiozinho a tomar coragem para ir contratar os serviços da mesma. QUIÇÁ, não queria se matar virgem, ainda mais após ter sido tão selvagemente violado no cruel ataque pela retaguarda sofrido no banheiro da festinha do colégio. Sim, Eusebiozinho precisava EXPERIMENTAR MULHER, ao menos uma vez na vida, antes dela terminar.

A prostituta pareceu perceber a hesitação de Eusebiozinho e se aproximou: começou a gesticular e a emitir grunhidos. Era muda!


- Nhaaaaaaam! Nhum! Nhã! Nhum! Nhã-nhã! - fazia a mudinha, apontando para a boca e fazendo um gesto que inconfudivelmente sugeria o bolagato.


- É isso mesmo, sua piranha - gemeu Eusebiozinho, ainda dolorido. - Vamo que vamo! É agora ou nunca!


Eis que a mudinha abre o ziper das próprias calças e tira dali um MASTRUÇO de 20cm.


- O quê!? - supreende-se Eusebiozinho com o CARALHO. - Era um travec...


Antes de terminar sua ejaculação vocal, Eusebiozinho recebe um POTENTE soco na cara! E mais outro! E mais outro! E sente um DENTE passando pela garganta! O traveco não para de soquear Eusebiozinho até ele cair de joelhos, cuspindo sangue e cacos de dentes! E daí pega nosso jovem e inocente estudante criado pela avó pelos cabelos e obriga-o a boquetear!

A rola entrando-lhe e saindo-lhe da goela, Eusebiozinho se debate e pensa em tentar morder o traveco, mas não tem mais dentes para isso, DE MODO QUE parece apenas estar a BOQUETEAR, devido ao barulsho de CHIPMUNK CHIPMUNK CHIPMUNK que tal movimento produz. Situação DESESPERADORA! Eis que Eusebiozinho recebe neste momento um SUPREMO TAPA PESCOCÊS que faz a rola atingir-lhe o estômago, provocando-lhe vômitos!


- Ô! A mudinha DESCOLÔ um cuzinho novo! - Eusebizinho ouve uma voz RIBOMBANTE atrás de si. - Bah, mas vou comer esse cu ou não me chamo nego ferro!


E assim, o legendário nego ferro, mais perigoso e letal que o Barracuda, arranca as calças de Eusebiozinho, confere-lhe o cu (PORRA! Mas essa bicha já tá arrombada! Tá até sangrando, o gordinho!) e mete-lhe a VARA assim mesmo!


E CHOFA-CHOFA CHOFA-CHOFA CHOFA-CHOFA CHOFA-CHOFA CHOFA-CHOFA CHOFA-CHOFA CHOFA-CHOFA!


E depois de os dois maldosos estupradores se fartarem, nego ferro ainda decide avacalhar e faz um fistfuck no cu de Eusebiozinho.

O rapaz acorda no hospital, dias depois, com a avó no quarto, dizendo que mal pôde dormir a noite anterior tamanha a preocupação com o netinho, que não chegava nunca. Já rezava e pedia pela intercessão do bem-aventurado Marcelino Champagnat para que Eusebiozinho voltasse para casa.

Os médicos costuraram o cu de Eusebiozinho e a avó, após tomar conhecimento da natureza dos ferimentos do garoto, teve com ele uma séria conversa, alertando-lhe a respeito de doenças sexualmente transmissíveis e da decepção que causava-lhe a pederastia de Eusebio.

Um mês depois, ao voltar ao lar, Eusebiozinho, traumatizado, tornou-se um recluso. Abandonou, é verdade, os planos de suicídio, era cobarde em demasia, mas nunca mais foi a aula e nem mesmo deixou a casa. Dizem que quando alguém toca a campainha, Eusebiozinho se caga todo de pavor.


MÃS passa o tempo, 35 anos após o nefasto incidente que acabou com a vida social de Eusebizinho, as feridas começam a fechar. Eusebiozinho, agora um velho nerd obeso, fedorento e colecionador de videogames antigos, conhece a internet, onde passa os dias no CHAT, na casa que herdou de sua avó, sustentado por uma pequena fortuna que recebe do governo por ter sido forçado a se aposentar pelo trauma sofrido na juventude.

Eis que ele começa a entrar em contado com as mulheres virtuais... Forma um grupinho de colecionadores de videogames semelhante ao Canal 3. Começa a frequentar o canal #wicca (sob a alcunha MilesTeg) e a se interessar por esses assuntos de gente que não tem o que fazer, já que nem habilidade ele tem mais para o videogame. (Cada vez que ia jogar, Eusebiozinho se lembrava do violento enrabamento sofrido no banheiro...)

Eusebiozinho começa a trocar e-mails com uma sociedade secreta de magia, a Ordo Templo Maçonicus Hermeticus. Toma conhecimento de que as reuniões secretas da ordem acabam em verdadeiras orgias em que a cabeluda é liberada. As humilhações da juventude já ficaram para trás e ele permanece cabaço. Após vários meses de troca de mensagens e de encorajamento, Eusebiozinho aventura-se para fora de sua casa e acaba se tornando amigo de um outro nerd gordo, barbudo e careca, conhecido nos círculos internos como Frater Perdeurabo, um adepto de nível 30 da ordem. Confiante, já conhecendo melhor o pessoal, Eusebiozinho, tencionando assumir o nome Frater Fandangos, encontra-se com um grupo de adeptos para sua cerimônia de iniciação. Estranha o fato de todos eles serem gordões carecas e mais ainda o fato de não ter nenhuma mulher no local, à exceção da obesa e hirsuta Soror Manuela Dalengario.

Naturalmente, comeram o cu até de Eusebiozinho até não poder mais e na mesma noite ele se matou com um tiro de 38 no meio da cara. A cerimônia em si foi assombrosa e bárbara demais para detalhar. E isso sem nunca ter conhecido a cabeluda. A vida como ela é...


Agora, se tivesse vivido nos tempos atuais, nesta era MODERNOSA, tudo teria sido diferente para Eusebiozinho. Ou pelo menos os garotos mencionariam o canhão manual do Megaman enquanto fistfuckeassem nosso desventurado nerd.