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Ultima IV - Quest of The Avatar (PC)

Ultima IV

  • PC DOS
  • 1987
  • Disquete 5 1/4
  • Origin
  • 1
  • DOSbox
  • arquivo Ultima IV - Quest of the Avatar (1985).zip temporariamente indisponível
  • auuuuu

  • apresentação choramingues

  • se não é gay tem que ler todo o livro que vem com o jogo!

  • agora tem uma feirinha mágica

  • como tu tens o ANKH, então podes entrar

  • o vagãozinho fodidinho da cigana

  • agora ela te encoxa dentro do vagão

  • agora escolha merdas que decidirão o teu personagem

  • e as bolinhas vão sendo colocadas!

  • início do jogo

  • conversando na vila. se quiseres vencer o jogo, tens que falar com TODO MUNDO sobre TODOS os assuntos

  • trocadilhos espertinhos nos estabelecimentos

  • uma quest?

  • o curador místico, então

  • ao falar com três pessoas, elas me disseram que eu tinha que falar com a criança para descobrir esse OM aí

  • me teleportei para outra cidade cercada de água

  • guardinhas fodanchões

  • um monte de gente aleijada

  • compre armas e armaduras

  • o lord putish me salvou

  • aqui está o objetivo do jogo

  • bichos sendo cozidos vivos

  • o castelinho do britisha

  • enfrentando dois orcs

  • oba! uma ponte!

  • bah! era bauru

Certo que viram que a cara de pau do Ultima III foi exagerada pra caralho e resolveram redesenhar um pouco o jogo, tornando o mais jogável, pelo menos.

Agora tem uma historinha pra boi dormir no início do jogo onde o jogador entra numa tenda de uma cigana que coloca cartas na mesa descrevendo situações. O teu comportamento vai favorecer umas cartas em relação as outras. Depois as cartas finais são confrontadas novamente para ver qual delas que prevalece e daí a classe do teu personagem vai ser decidida. Outros jogos, inclusive o Arena, copiaram bem esse lance de criar personagem baseado em perguntinhas safadas.

Como no Ultima I, a comida dura muito mais, deixando o jogador explorar mais livremente e reduziram o número de comandos, tornando a coisa mais jogável, apesar de ainda precisar de uma cartelinha safada. Os combates iniciais também são mais facilitados, permitindo um grinding mais prazeiroso, o que eu muito fiz no Ultima I também. Em compensação, tu tens que conversar com todo mundo das cidades usando as palavras-chave "name, health, job e look" para pegar mais informação e daí usar palavras mais específicas para esticar a conversa.

Tem outra versão desse jogo pra PC que os gráficos parecem a mesma coisa, mas rola uma musiquinha Adlib hedionda acompanhando o jogo. Pena que essa deu pau aqui porque os chupa rolas do eXoDOS só fingiram que testaram os jogos :)

Acho que dos Ultimas, esse jogo é a versão mais portada para toda a merda que apareceu por aí. Inclusive tem remake recente para windows e para iPhone.


a screenshot 21 rapidamente descreve o que tem que fazer nesse jogo. Não basta apenas RPGzear normalmente. Tem que desenvolver as oito virtudes do personagem de forma punhetosa e agradável (dizem que o britisha queria agradar a audiência cristã dele). Por exemplo, se os monstros resolvem fugir durante um combate, tens que deixar eles ir embora (mesmo que sigam te cuspindo fogo ou jogando porcarias durante a fuga deles), senão a tua virtude de compaixão não aumenta. Em contrapartida, se tu resolves fugir de um encontro, a tua virtude de valor cai. Se os NPCs te fazem perguntas, tens que dizer a verdade, senão a virtude de honestidade se ferra. E tem outras maneiras mais fodezas ainda de desenvolver ou perder as outras virtudes.

Esse jogo demonstra a obsessão do Lord Britisha pelo número 8. São oito virtudes, 8 cidades principais, 8 personagens, etc. E tem até um trocadilho com a palavra INFINITY (8 letras e é tanbém um 8 deitado). Ainda por cima ele fez uma putaria com as referências, fazendo elas todas similares entre si, exceto uma (veja! é um 7 a 1! au au au). Uma das cidades é uma cidade fantasma, a virtude da humildade é a mais diferente de todas, etc.

Comeu todos os cus dos gordinhos na época sem passar vaselina. É um dos poucos RPGs que não possui um chefe final. Em vez disso, o jogador tem que chegar no avatarhood, meditar em oito lugares diferentes (foc foc foc) e depois descobrir uma senha que eu acabei spolieando durante o review (mas tem outra senha do mesmo nível para usar em outro lugar).

Uma pena que o jogo é realmente chato pra caralho e acaba coreando o jogador o tempo todo, principalmente nos combates e na punheta eterna de conversar com os NPCs, senão eu até tentaria jogar de novo para ver como que é a aventura!

Se for punheteiro supremo, tem que jogar com o Shepherd, que é a classe da virtude da humildade. É tão afu que não faz mágica e mal consegue usar as armas (deve vencer os combates dando o cu, que nem o magrão aquele que levou ferro do somaliano e disse que foi apenas um reflexo da cultura deles, sobre a necessidade de demonstrar poder).