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Myst é um jogo xaropão que consiste em um mundo de telas 3D (pré-renderizadas mal e porcamente num macintosh) pelo qual te moves clicando com o cursor nos cantos. Claro que os movimentos são aos saltos, cada tela é uma foto e vais pulando de uma pra outra. Na época o pessoal dava o cu (por influência das revistas, certo) para as belíssimas imagens da ilha de Myst, que na real são umas belas tosqueiras. As músicas não ficam atrás. Ao tocar num livro totemyko, fosse transportado pra ilha, que está cheia de puzzles psicóticos e bizarros para resolveres e descobrires uma história para pôr o mais heróico aventureiro da era de ouro do PC para dormir e que consiste em coletar paginazinhas rosas ou azuis pra entregar pra um dos irmãos Pexeréca que estão disputando o domínio da ilha. Rola viagem no tempo e algumas partes com videozinho digitalizado. Nunca entendi por que deram tanto a rabiola para este jogo, os puzzles são ainda punhetosos e o sistema de movimento é de deixar com necessidade de fisioterapia no rombóide, mas faziam propaganda afuzel em tudo que era revista, diziam que era o jogo que EXPLORAVA ao máximo as capacidades do Cid Rum, um desafio super ultra inteligente sem violência como aqueles horríveis Mortal Kombat que ninguém gosta (até parece) e lançaram várias continuações caça-níqueis e até livrecos. Vai ver eu não tinha a sensibilidade necessária para entender a obra. Psicose por psicose, Blue Ice é muito melhor.

AUUUUUUU, que saudades do 3D horrível dos anos 90 (lembrem-se do Reptile no filme do Mortal Kombat!) e dos jogos com videozinho com pouca cor ocupando 1/8 da tela com a voz digitalizada com som de latinha difícil de compreender.