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Manhunter: New York (amiga)


  • Amiga
  • 1988
  • 2 Disquetes 3 1/2
  • 1
  • prepare o xerox do manual, manhunter

  • os disco voador chegando

  • aí está

  • cidade cyber, vitima do genocydyo do bolsomito

  • graficos caseiros

  • o olho te acordando

  • tem inicio a aventura

  • o seu laptop para trackear pessoas

  • os olhos implantaram chips de detecção no cu de todos humanos

  • tem varias telas de mapa

  • o hospital geral

  • clique na CABEÇA para morte instantanea

  • a igreja

  • o puzzle das velas

  • o bar do mac

  • jogue o fliperama

  • opa, aqui não gostamos de quem joga fliperama

  • te obrigam a jogar uma partidada de faca no dedo, se vencer pode jogar o fliperama, tri lógico

  • é um dos poucos arcadezinhos faceis

  • mas vale errar só pelos graficos psicoticos

  • aí te esmagam a cabeça

  • a caixa é legal

A portada pro Amiga deste jogo é igual à do PC, inclusive com os sons e gráficos ruins.

O argumento da obra é INTERESSANTE, mas a execução comprova que a Sierra só fazia merda mesmo e conseguia escangalhar praticamente qualquer jogo. Tem que adivinhar o que fazer e é repleto de arcadezinhos nojentos e revoltantes, com muito labirinto, adivinhação de em qual caminho clicar pra não ocorrer morte instantanea e o meu favorito, o de pular as faquinhas que os punks ficam jogando, em que tens que te arrastar lentamente por quatro telas e se erra é tudo de novo.

Uns aliens com formato de olhos flutuantes dominaram a terra com o auxilio de robôs e impuseram duas leis MAGISTRAIS: os humanos não podem falar e tem que usar mantos de monge do La Abadia del Crimen. Claro que alguns humanos aparecem sem esses mantos e não dá nada, mas piça. As vezes eles transformam um humano em manhunter, que serve pra investigar algum crime cometido por outros humanos e foi que aconteceu contigo há alguns dias. No curso das investigações, que nunca são resolvidas e não servem pra nada, vais acabar descobrindo algumas histórias psicóticas sem muito sentido, se aguentares a jogabilidade horrorosa, e descobrir um vilão humano mauzão que está matando todo mundo, aí no fim tu persegue ele até São Francisco de navezinha e acaba na maior. Claro que os olhos do mal estão na verdade comendo os humanos no bom sentido, como fica claro desde o início, mas no geral nada faz muito sentido, portanto vou dedicar o resto deste review a explicar por que os filmes de terror com assassino sobrenatural são homofóbicos.

Perceba que nesses filmes os vilões, cujos representantes mais CONSAGRADROS são o Jason, o Freddy e o bochóla do Halloween são tudo homossexuais. Eles matam as mulheres que ficam peladas porque tem medo delas e matam os caras que comem porque tem inveja e queriam é dar o cu, mas não sabiam como pedir. Alguns filmes decidiram tornar isso mais claro, porque viram que o pessoal não estava entendendo (o norman bates de peruquinha e o leatherface vestido de mulher dando guinchinhos não estavam claros o bastante), como o Sleepaway Camp, em que no fim revela que o assassino era traveco, digo, transexual, ou o Terror Train, em que o vilão virou assassino por um trauma com mulher que a Jamie Lee Coitus causou nele e aí ele passa o filme disfarçado de mulher matando todo mundo. No fim, inclusive, a Jamie Lee derrota ele dando um beijo, que aí ele tem um ataque histérico de viadagem e cai do trem. Os exemplos são infinitos e está muito claro. Só não vê quem está de costas para a minha pingola.

tora que carrega pra caralho esse jogo, por falar nisso. Mas nessa época muitos jogavam em disquetinhow no pc também. Au.